domingo, 16 de dezembro de 2018
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
Não te vou dizer adeus!
Vou levar-te para outra dimensão
E ser feliz contigo lá.
Há quem chame fantasia, sonho, alienação...
Não me interessa!
Será tão real como aqui.
Se for o único sítio em que Amor faça sentido,
Seja!
Se for o único local em que posso ser feliz contigo,
Seja!
Estas nossas identidades não têm nada com isso!
Vou levar-te para outra dimensão
E ser feliz contigo lá.
Há quem chame fantasia, sonho, alienação...
Não me interessa!
Será tão real como aqui.
Se for o único sítio em que Amor faça sentido,
Seja!
Se for o único local em que posso ser feliz contigo,
Seja!
Estas nossas identidades não têm nada com isso!
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
domingo, 17 de setembro de 2017
Cascais
Um dia vamos a Cascais,
Um dia levo-te a Cascais, a ver as luzes de Natal em Lisboa
e outras paisagens que não conheces.
Faremos a viagem juntos, com conversa, olhos nos olhos e cumplicidade.
Dar-te-ei a conhecer horizontes
e, tu a mim, a viagem da tua imaginação,
Um dia levo-te a Cascais, a ver as luzes de Natal em Lisboa
e outras paisagens que não conheces.
Faremos a viagem juntos, com conversa, olhos nos olhos e cumplicidade.
Dar-te-ei a conhecer horizontes
e, tu a mim, a viagem da tua imaginação,
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
....
Se com os ângulos do teu rosto
vieres perturbar a liquidez do meu quotidiano
sê avisado
sobre o risco da paixão
que oferece
a neblina
definida pelas linhas dos corpo em reflexo
limitada pelo encontro das nuvens de palavras sem significado
ficaremos sempre presos no limbo, cristalizados
é provável que tudo acabe em estilhaços
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
comunhão
e quando te sentisses assim
sem substância
como se tudo te atravessasse sem deixar traço, marca ou memória.
na tua fluídez irias perguntar se, de facto, existias,
porquê esse vazio.
metias a mão lá dentro, em ti e achavas muito pouco,
um quase nada,
um sopro que subsiste da vontade
ser novamente em comunhão.

sem substância
como se tudo te atravessasse sem deixar traço, marca ou memória.
na tua fluídez irias perguntar se, de facto, existias,
porquê esse vazio.
metias a mão lá dentro, em ti e achavas muito pouco,
um quase nada,
um sopro que subsiste da vontade
ser novamente em comunhão.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
escape
pudesse viver a par do belo,
mesmo o belo das pequenas coisas:
o sorriso, o sol, a lua,
a beleza desenhada dos teus traços numa tela.
Contudo, por certo, o tédio chegaria,
porque é da natureza o enfado
com o que é habitual e assim,comum.
pudesse viver a par do belo
até não querer mais a tua beleza...
bom escape seria para a tristeza
do feio destes dias.
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